ESTA FESTA FOI REALIZADA NO CLUBE DA POLICIA MILITAR NO ALECRIM, NATAL/RN, NO DIA 16 DE JULHO DE 2011, NAS CORES VERMELHO, DOURADO E BRANCO, FESTA SUPER ANIMADA E MUITO DESCONTRAIDA COM A FAMILIA E AMIGOS COMO CONVIDADOS...

Antes de aprofundar sobre o assunto, o profissional esclarece que existem outras formas de conseguir dinheiro para viabilizar a formatura, como as rifas, patronos, eventos científicos e as festas, eventos que ele alerta sobre riscos de prejuízos.
O sucesso de turmas com o livro despertou no cerimonialista um projeto inovador, que irá facilitar a vida das comissões e evitar dúvidas sobre como organizar o Livro de Ouro. “A dificuldade, o desconhecimento e a necessidade foram fatores que despertaram em mim a elaboração de um Livro de Ouro já preparado para que as comissões de formatura não se preocupem em como montar a historia e o que dizer sobre a turma”, explica Júlio que patenteou a marca Livro de Ouro e junto a Biblioteca Nacional conseguiu uma inscrição que o permite vender o livro com as especificações e explicações para o bom funcionamento da ferramenta. Em fase final, o projeto que está previsto para chegar às livrarias no mês de março.
Para o sucesso do Livro de Ouro, Júlio César orienta que a turma deixe um livro para cada grupo, pois as ramificações de cada um podem gerar grandes somas. Levar o livro para autoridades, família, amigos, parentes e políticos é a dica do profissional e sobre os valores a serem arrecadados depende única e exclusivamente do desempenho do responsável em passar o livro. Segundo o cerimonialista, já aconteceu de uma turma de Odontologia da UFRN angariar R$ 5.200,00 e que no interior, algumas comissões já ultrapassaram esta soma. Outro ponto importante abordado pelo profissional é que a funcionalidade do livro pode ser aplicada durante o decorrer do curso e não apenas deixar para ser utilizado no último semestre.
Adepta do recurso, a formanda Alaíde Pedrosa, presidente da comissão de formatura do curso Terapia Ocupacional da Universidade Potiguar, revela já ter visto o Livro de Ouro em outras turmas da Universidade e sabia da sua importância para arrecadar recursos. De acordo com a presidente, a estratégia utilizada pela comissão foi uma espécie de rodízio. “A cada semana o Livro ficava com um aluno diferente. Então este aluno tinha apenas esse período para conseguir algo, além de estipularmos um valor mínimo de contribuição e também uma multa diária por atraso, caso o aluno demorasse a passar o livro para o colega”, informa Alaíde. Questionada sobre o montante arrecadado, Alaíde Pedrosa, desconversa. “ Digamos que o suficiente para contratarmos excelentes profissionais para todos os eventos, aumentarmos o tempo da orquestra no baile e do DJ na aula da saudade, aumentarmos o número de senhas para cada formando e, por fim, para lidarmos com os imprevistos que apareceram”, finaliza a presidente da comissão.






































